Quando os aviões erraram a rota e bateram sem querer no World Trade Center [/ahmadnejad], achei na hora dois culpados para a catástrofe arabesca: os EUA, irresponsáveis o suficiente para não descolarem flanelinhas aéreos; e os russos, putos da vida com essa história de não serem mais a mãe, o pai, o avô e aquele [...]
Arquivo da categoria ‘Eu não matei Joana Darc’
Agradeço ao Brejnev pelas brahminhas
Publicado em Eu não matei Joana Darc em janeiro 4, 2011 | 1 Comentário »
A queda da Bastilha
Publicado em Contos, Eu não matei Joana Darc em julho 14, 2010 | 2 Comentários »
- Você tá bem? Ela tentava limpar os joelhos, envergonhada de cair assim, do nada, no meio da rua. – Tô sim, só um tombo bobo. – Tem certeza? Parece que foi feio. – Nada. Em alguns séculos me recupero. Prazer, Bastilha. – HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! A cara de poucos amigos deu a entender que não era [...]
Meanwhile in Washington
Publicado em Eu não matei Joana Darc em maio 17, 2010 | Deixar um comentário »
- Ae Negão, o Zé Polvinho conseguiu! – Brinks! – Sério, se liga ae, olha a capa do Meia Hora. – Malandro! O que ele falou? – Sei lá, deve ter vindo com aquele papinho mole dele e uma garrafa da boa. – É o cara! Meanwhile in Teerã – Ô figura, chega ae. – [...]
A batalha do disc jóquei
Publicado em Eu não matei Joana Darc em maio 14, 2010 | 1 Comentário »
As tropas inglesas estavam a postos. Do outro lado, os escoceses maltrapilhos e pintados de azul aguardavam. A frente deles, William Wallace. William tinha toda a estratégia preparada. Sabia começar e terminar aquele conflito. E, acima de tudo, sabia que seria matador. De início, os ingleses não entenderam. Estranharam a escolha, se perguntaram o por [...]
Rebeca, ingrata, levou minha batata
Publicado em Eu não matei Joana Darc em abril 30, 2010 | 2 Comentários »
Que o Latino é um cara genial é de conhecimento público. Agora pensa se ele fosse o cantor das multidões na época da Segunda Guerra, por exemplo. Quão geniais seriam as letras sobre o incrível embate entre o Eixo e os Aliados, apitado por Carlos Eugênio Simon? Baby me leva, por exemplo, teria uma pega [...]