Quando eu conheci a Lelê, na faculdade de jornalismo, ela estava de camisa do Corinthians e calça big. Não olhei porque achei que ela ia sentar a mão na minha orelha. Eu não sei nem pregar prateleiras, quem dirá a paz. Mas enfim, a gente foi conversando e quando vimos já estávamos fazendo trabalhos juntos, [...]
Arquivo da categoria ‘School days’
Da boca do povo para a boca do sapo
Publicado em Goodfellas, Imprensa Marrom, School days em agosto 13, 2010 | 1 Comentário »
Meu primeiro jornal enrolou um mendigo
Publicado em Daily Planet, Imprensa Marrom, School days em fevereiro 25, 2010 | 3 Comentários »
É quase certo que um texto “sério” nunca baixou por estas bandas. Mas como recordar é morrer de vergonha, achei duas matérias minhas que foram publicadas em um caderno especial do jornal da faculdade, o Expressão – nome ridículo é mato – sobre os 60 anos da Segunda Guerra Mundial. Se a memória não erra, [...]
“Ei Cabral, pega minha nau”, disse Colombo
Publicado em Blogcurso 2000, School days em abril 22, 2009 | Deixar um comentário »
Não tinha como dar certo, não é mesmo? Afinal de contas, o descobrimento do Brasil já começou como feriadão na Imigrantes: dias de viagem capazes de corar qualquer programa de índio como rave em uma oca, por exemplo. Daí o Pedro Álvares, sem poder usar o salvador Goolge Maps, ainda erra do caminho e vai [...]
Desopilando traumas do passado
Publicado em School days em julho 11, 2008 | 4 Comentários »
Talvez seja implícito que eu fui um moleque muito do cuzão. Nunca fui de brigar e, apesar de aprontar uma aqui e outra acolá, normalmente fugia das brigas na praça – religiosamente realizadas depois da escola. Porque eu era meio bobo (meio?) e só não me tomavam a lancheira pois eu não a tinha. Assim como [...]
Tu te tornas eternamente responsável pela trepada que não liberas
Publicado em Goodfellas, School days em maio 14, 2008 | 4 Comentários »
Devem existir duas coisas nas quais eu sou bem sucedido. E eu desconheço completamente uma delas. Talvez eu seja bom, fodão mesmo, em aquecer urânio nas usinas do Irã. Mas e aí, como eu vou descobrir isso? Na terra dos Aiatolás não se toma cachaça e nisso, modéstia a parte, eu tenho momentos de glória [...]