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Estava aqui vendo Rambo II (vai, um baita clássico) e acabei achando o exemplar perfeito de mulher filha da puta. Mas daquelas filhas da puta mesmo, onde a mãe é chamada na zona por 37 apelidinhos carinhosos relacionados a posições sexuais.

Lembram da japinha/tailandesa/vietnamita/alguém que tem lojinha na 25 de março do filme. Vale dizer que John Rambo estava certo, a mulher dava um puta caldão e valia a pena matar os milicianos e os americanos traíras pelo picote inter-racial.

Pois bem, John foi lá para resgatar uns conterrâneos que fizeram a bobagem de escolher o país errado para o weekend, achou a mulher e, em um lugar onde só tem bambu, passa-se a vara na fêmea ou morre-se na dúvida. Antes mesmo que Rambo pudesse dar aquela bimbada múlti-étnica, porém, os chinas encheram a mulher de azeitona, porque esse povo é chegadão em dar pipoco em mulher, monge, criança e base aliada do governo, esses seres indefesos ou sem defesa.

Daí que a moça está lá, peitinho molhado por ter tomado tiros no rio. John Rambo, apesar de puto da vida, é um cara esperto e já começa a cogitar a necrofilia. Para checar se vai fazer cagada, ele dá aquela conversada que antecede o coito nesses países onde a lei é dura:

– Fala comigo! Fala comigo!

E a china girl, ao invés de dar aquele suspirinho “me come”, solta na lata:

– Você… você não vai me esquecer?

São mulheres assim que fazem o cara montar um blog.

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