E se…

Driblou o goleiro e só tinha o gol limpo à frente. Nas arquibancadas, todos estavam na ponta daquela chuteira, em cada gomo daquela bola que calaria no fundo da rede. O goleiro olhou para trás, indefeso, abatido, torcendo por um ou dois milagres. O zagueiro que tinha “espirrado o taco” se uniu à prece do arqueiro. O juiz preparava o apito e as mãos, que dariam a direção do centro do campo. O atacante olhou a bola, o gol vazio e súbito pensou:

– E se eu errar?

Bateu para fora e perdeu o gol, o título, a posição de titular. Além do casamento, vez que a esposa torcia para o clube, não para o atacante que perdera o gol mais feito na final mais vencida de toda a história.

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