Da boca do povo para a boca do sapo

Quando eu conheci a Lelê, na faculdade de jornalismo, ela estava de camisa do Corinthians e calça big. Não olhei porque achei que ela ia sentar a mão na minha orelha. Eu não sei nem pregar prateleiras, quem dirá a paz. Mas enfim, a gente foi conversando e quando vimos já estávamos fazendo trabalhos juntos, faltando a algumas aulas importantes onde o professor falava que Van Helsing era melhor que Kill Bill e tomando cerveja por aí.  Eu já sabia que ela entendia do riscado e, por isso, não é surpresa ver uma das melhores matérias do jornalismo esportivo assinada por ela na edição do Meia Hora de hoje.

Clique para ampliar, imprimir e distribuir em aulas de jornalismo

Deu um puta orgulho ter dividido aqueles bancos leprosos da São Judas com ela.

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Um pensamento sobre “Da boca do povo para a boca do sapo

  1. dona Rose, disse:

    Imagine o meu orgulho, Julim! Por favor, traga rápido um alfinete, pra eu não inflar demais!
    beijocas

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