007 o espião que pautava

Agora todos são suspeitos. O praieiro. O guerreiro. O solteiro. Querem mais o que, depois que William Waack foi citado no WikiLeaks como agente da CIA.

Vamos comprar pão com um pé atrás. Chegar no trabalho e suspeitar daquele colega que te olha até quando você vai grampear uma folha na outra pensando que na verdade está grampeado. Todo mundo é suspeito até que se prove o contrário, ou seja, que todo mundo não é suspeito.

A vida virou um romance do John Le Carre. Um Alfaiate do Panamá só que na José Paulino. William Waack, que rasgava as madrugadas só de mil e cem com Cristiane Pejalo, agora trabalha para os ianques, é alemão. Aliás, seria o generoso decote de Pelajo uma espécie de base de mísseis, daquelas que se tem em Cuba e na Turquia? Será que nunca notamos que Waack, William Waack, é finger set (dedo de seta para os gringos)  dos americanos porque Cristiane nos distraia com seus dois satélites naturais (eu acho)? A dúvida permanece, todas as dúvidas permanecem.

E o que será que Waack contou para os americanos? Teria nosso intrépido jornalista-espião dito que nessa terra tem palmeiras onde cantam os sabiás? Ou será que ele avisou logo de cara que o morro do Dendê é ruim de invadir? Saberemos somente quando o Wikileaks conseguir devassar os seios de Cristiane Pelajo. Isso se os americanos não chegarem antes.

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Um pensamento sobre “007 o espião que pautava

  1. Eric Franco disse:

    A Pellajo é nossa! Que os ianques levem a Amazônia!

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